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domingo, 26 de dezembro de 2010

BOAS ESCOLHAS EM 2011...



















BOAS ESCOLHAS EM 2011...
O BLOG VOLTA DIA 5.01.2011

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Feliz Natal


Meus amigos (as),
"Não sei se a vida é curta ou longa para nós,
mas sei que nada do que vivemos tem sentido,
se não tocarmos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser: colo que acolhe,
braço que envolve, palavra que conforta,
silêncio que respeita, alegria que contagia,
lágrima que corre, olhar que acaricia,
desejo que sacia, amor que promove.
É isso não é coisa de outro mundo,
é o que dá sentido à vida.
É o que faz que ela não seja nem curta,
nem longa demais,
mas que seja intensa, verdadeira,
pura enquanto durar.
Feliz aquele que transfere o que sabe
e aprende o que ensina."
(Cora Coralina)


Desejo a todos muita saúde, amor e paz, neste Natal e no Novo Ano que está por vir, pois acredito que estes são ingredientes básicos para o sucesso de qualquer pessoa. Que o menino-Deus possa renascer em nossos corações e em nossa vida!
FELIZ NATAL!!!!!!

Ser e não ter ou ter e não ser?



Ser e não ter ou ter e não ser?

Texto e foto de Valéria del Cueto

É mais do que uma questão, são várias posições e, em cada uma delas, seremos ou teremos um pouco menos.

Um exemplo bem básico: tenho ojeriza a rotina. É ponto pacífico.

Costumo escrever meus textos nos cadernos dos quais já contei algumas vezes parte da história: que me apego a eles, sofro quando estão chegando ao final de suas páginas, que os empunho em situações de espera – e escrevo em vez de me entediar-, ou em momentos e lugares em que quero esperar a vida, como na Ponta do Leme, no Rio de Janeiro, no chalé da travessa da piscina, sem número, na Chapada dos Guimarães, Mato Grosso, por exemplo.

Também tem coisas sobre eles que pouca gente sabe e menos gente ainda teve a chance de comprovar. Um caso destes é que, neles, praticamente não há rasuras ou correções. Seja no que escrevo no caderno, seja no texto que será digitado e enviado a jornais, sites e blogs internet a fora. Dê um desconto à minha dislexia primordial, mas seja rigoroso nas idéias expostas em geral.

Várias vezes tentei alterar uma linha de raciocínio ou a forma de passar um ponto de vista. O resultado é sempre o mesmo. Acabo comparando e chegando a conclusão que o conteúdo e a clareza do manuscrito são superiores a nova proposta, imediatamente descartada. O caderno ficou assim, um repositório das primeiras, sempre melhores e criteriosamente guardadas crônicas do Sem Fim...


Lindo! Virou rotina e rotinas - você sabe - me incomodam profundamente. Ainda mais quando é dia de fechar o pacote da crônica da semana e a chuva me impede de ir buscar inspiração, etc, etc... Olho o computador e penso na dupla jornada: escreve a mão e, depois, digitar o texto.

A tal rotina virou motivo/argumento para pular uma das etapas. Por que se submeter a uma pré produção manual? Não vale usar a desculpa esfarrapada da inspiração necessariamente proporcionada pelo ato de mal traçar (e bota mal traçar nisso) as linhas deste texto em questão.

Ser vítima da rotina e ter o registro manuscrito da crônica. Não ser previsível e mandar bala nas letras frias do teclado e não ter o ser guardado no que considero os autênticos manuscritos da minha memória.

Me rendo à história, aceito a rotina em nome do futuro.Ele que fará com que, um dia quem sabe, meus herdeiros indiretos encontrem os meus cadernos e ali, através deles, possam acompanhar um pouco do que fui e o que se passou no meu Sem Fim...

Parece que fui agarrada na minha própria armadilha de não ser e não ter rotina. Mas só parece... Um dia, quem pegar este caderno vai se deparar, nestas páginas, com a quebra de uma ação que marca minha personalidade quase literária, a exceção de uma regra natural. Nunca, jamais em tempo algum escrevi com tantas rasuras e remendos.

Esta rotina foi para o espaço em meio a dezenas de espirais apagantes. Aqueles que um dia me tiraram pontos numa prova por que a professora os considerou “agressivos e pouco elegantes. “Quando você erra uma palavra simplesmente faça um único risco por cima”, me ensinou a rigorosa mestra.


Nunca a escutei. Prefiro não errar. Mas, quando erro, preciso de mais do que uma reta para encontrar um ponto. Preciso de tempo espiralando para substituir o meu ser e, então, ter aquilo que não quero perder.

* Valéria del Cueto é jornalista, cineasta e gestora de carnaval. Este artigo faz parte da série Ponta do Leme, do SEM FIM http://delcueto.multiply.com

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Estamos com fome de amor...



(Arnaldo Jabor)

O que temos visto por aí ???
Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes.

Com suas danças e poses em closes ginecológicos, cada vez mais siliconadas, corpos esculpidos por cirurgias plasticas, como se fossem ao supermercado e pedissem o corte como se quer... mas??? Pobre futilidade e vaidade desmedida...

Chegam sozinhas e saem sozinhas...ainda que pensem estar acompanhadas
Empresários, advogados, engenheiros, analistas, e outros mais que estudaram, estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos...
Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos "personal dancer", incrível.

E não é só sexo não!

Se fosse, era resolvido fácil, alguém dúvida?
Sexo se encontra nos classificados, nas esquinas, em qualquer lugar, mas apenas sexo!
Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho, sem necessariamente, ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico na cama ... sexo de academia . . .

Fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão "apenas" dormir abraçadinhos,
sem se preocuparem com as posições cabalisticas...
Sabe essas coisas simples, que perdemos nessa marcha de uma evolução cega.

Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção...
Tornamo-nos máquinas, e agora estamos desesperados por não saber como voltar a "sentir", só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós...
Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada nos sites de relacionamentos "ORKUT", "PAR-PERFEITO" e tantos outros, veja a exposição da mercadoria e dos débeis seres humanos, veja as inúmeras comunidades como: "Quero um amor pra vida toda!", "Eu sou pra casar!" até a desesperançada "Nasci pra viver sozinho!"
Unindo milhares, ou melhor, milhões de solitários, em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis, se olharmos as fotos de antigamente, pode ter certeza de que não são as mesmas pessoas, mulheres lindas se plastificando, se mutilando em nome da tal "beleza"...

Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento, e percebemos a cada dia mulheres e homens com cara de bonecas, sem rugas, sorriso preso e cada vez mais sozinhos...
Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário...
Pra chegar a escrever essas bobagens?? (mais que verdadeiras) é preciso ter a coragem de encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa...
Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia isso é julgado como feio, démodê, brega, familias preconceituosas...

Alô gente!!! Felicidade, amor, todas essas emoções fazem-nos parecer ridículos, abobalhados...
Mas e daí? Seja ridículo, mas seja feliz e não seja frustrado...
"Pague mico", saia gritando e falando o que sente, demonstre amor...
Você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta mais...

Perceba aquela pessoa que passou pela sua vida, talvez nunca mais volte a vê-la, ou talvez a pessoa que nada tem a ver com o que imaginou mas que pode ser a mulher da sua vida...
E, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso a dois...
Quem disse que ser adulto é ser ranzinza ? E que ser infantil é ser feliz?

Um ditado tibetano diz: "Se um problema é grande demais, não pense nele... E, se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele?"
Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo, assistir desenho animado, rir de bobagens e ou ser um profissional de sucesso, que adora rir de si mesmo por ser estabanado...
O que realmente, não dá é para continuarmos achando que viver é out... ou in...
Que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo, que temos que querer uma mulher elogiada 24 horas, e que ela tenha que ter o corpo das frutas tão em moda, na TV, e também na playboy e nos banheiros, eu duvido que nós homens queiramos uma mulher assim para viver ao nosso lado, para ser a mãe dos nossos filhos, gostamos sim de olhar, e imaginar a gostosa, mas é só isso, as mulheres inteligentes entendem e compreendem isso.

Queira do seu lado a mulher inteligente, não as fúteis e vaidosas doentias: "Vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois, ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo, tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida"...

Porque ter medo de dizer isso, porque ter medo de dizer: "amo você", "fica comigo", então não se importe com a opinião dos outros, seja feliz!

Antes ser idiota para as pessoas que infeliz para si mesmo!

Para ler, divulgar e . . . praticar !

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

ENTUSIASMO!!!




ENTUSIASMO

A palavra entusiasmo vem do grego e significa "ter um deus dentro de si". Os gregos eram politeístas, isto é, acreditavam em vários deuses. A pessoa entusiasmada era aquela "preenchida" por um dos deuses e por isso poderia transformar a natureza e fazer as coisas acontecerem. Assim, se você fosse entusiasmado por Deméter (deusa da Agricultura, chamada Ceres na mitologia romana) você seria capaz de fazer acontecer a melhor colheita, e assim por diante. Segundo os gregos, só as pessoas entusiasmadas eram capazes de vencer os desafios do cotidiano, criar uma realidade ou modifica-la. Portanto, era preciso entusiasmar-se, ou seja, "abrigar um deus em si"!

Por isso, as pessoas entusiasmadas acreditam em si, agem com serenidade, alegria e firmeza. E acreditam igualmente nos outros entusiasmados. Não é o sucesso que traz o entusiasmo, é o entusiasmo que traz o sucesso. O entusiasmo é bem diferente do otimismo.

Otimismo significa esperar que uma coisa dê certo.

Entusiasmo é acreditar que é possível fazer dar certo.

sábado, 18 de dezembro de 2010

café com um amigo...

O FRASCO DE MAiONESE E CAFÉ

Quando as coisas na vida parecem demasiado, quando 24 horas por dia

não são suficientes...Lembre-se do frasco

de maionese e do café.

Um professor, durante a sua aula de filosofia sem dizer uma palavra, pega num frasco de maionese e esvazia-o...tirou a maionese e encheu-o com bolas de golf.

A seguir perguntou aos alunos se o Frasco estava cheio. Os estudantes responderam sim.

Então o professor pega numa caixa cheia de pedrinhas e mete-as no frasco de maionese. As pedrinhas encheram os espaços vazios entre as bolas de golf.

O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a dizer que sim.

Então...o professor pegou noutra caixa...uma caixa cheia de areia e esvaziou-a para dentro do frasco de maionese. Claro que a areia encheu todos os espaços vazios e uma vez mais o pofessor voltou a perguntar se o frasco estava cheio. Nesta ocasião os estudantes responderam em unânime "Sim !".

De seguida o professor acrescentou 2 xícaras de café ao frasco e claro que o café preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes nesta ocasião começaram a rir-se...mas repararam que o professor estava sério e disse-lhes:

'QUERO QUE SE DÊEM CONTA QUE ESTE FRASCO REPRESENTA

A VIDA'.

As bolas de golf são as coisas Importantes:

como DEUS, a FAMÍLIA, a SAÚDE, os AMIGOS, tudo o que você AMA DE VERDADE.

São coisas, que mesmo que se perdessemos todo o resto, nossas vidas continuariam cheias.

As pedrinhas são as outras coisas

que importam como: o trabalho, a casa, o carro, etc.

A areia é tudo o demais,

as pequenas coisas.

'Se puséssemos 1º a areia no frasco, não haveria espaço para as pedrinhas nem para as bolas de golf.

O mesmo acontece com a vida'.

Se gastássemos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teríamos lugar para as coisas realmente importantes.

Preste atenção às coisas que são cruciais para a sua Felicidade.

Brinque ensinando os seus filhos,

Arranje tempo para ir ao medico,

Namore e vá com a sua/seu namorado(a)/marido/mulher jantar fora,

Dedique algumas horas para uma boa conversa e diversão com seus amigos

Pratique o seu esporte ou hobbie favorito.

Haverá sempre tempo para trabalhar, limpar a casa, arrumar o carro...

Ocupe-se sempre das bolas de golf 1º, que representam as coisas que realmente importam na sua vida.

Estabeleça suas prioridades, o resto é só areia...

Porém, um dos estudantes levantou a mão e perguntou o que representaria, então, o café.

O professor sorriu e disse:

"...o café é só para vos demonstrar, que não importa o quanto a nossa vida esteja ocupada, sempre haverá espaço para um café com um amigo... "


sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Quem ama demais...


Um convite a quem ama demais

Gosto sempre de frisar que a questão não é o quanto se ama, mas sim o quanto se distorce o amar. Ou seja, estamos falando do “como”. E, nesse caso, tratamos de um vício de comportamento conectado a tudo o que não é amor. Até porque quando estamos em meio à confusão do amar demais não nos amamos. E se o “amar o próximo como a si mesmo” é a verdade máxima, não amamos. Não nos amamos, não amamos o outro, não amamos a vida. Ou seja: toda vez que encontrar alguém que ama demais, saiba que ele(a) está sobrevivendo mais do que vivendo. Confundindo tudo mais do que amando… Quem vive dessa maneira, não consegue se dar, não consegue receber, não consegue ver, ouvir, sentir – se não for por meio de outro. Do contrário, nada sente, nada acontece. Nesse sentido, viver em função de alguém ou alguma coisa com um forte sentido de posse, misturado a um controle que beira a doença, não agrega… Afinal, tudo o que precisamos já trazemos conosco, está dentro, é o nosso maior alimento.
Em nosso lugar
Encontramos outros, é verdade, que nos alimentam a alma, o saber, o caminhar, mas fazem isso sempre como complemento. Não estão lá conosco para viver a nossa vida, escolher as nossas escolhas, tomar as nossas decisões, viver os nossos sonhos. Estes nos trazem luz toda vez que estivermos abertos para enxergar…
E, nesse contexto, por que não compreender que assim como já somos plenos também é o outro. Então, dar demais ou esperar demais deste não ajuda muito, certo? Por que não trazer o foco para dentro? Mudar o olhar, expandir a consciência, aprender a caminhar?
Por que não buscar ajuda para trabalhar a autoestima, o controle por si mesmo, o resgate da essência, da missão de vida etc, etc. Por que não investir em autoconhecimento e, como diz uma amiga, “lutar todos os dias para fazer um movimento a nosso favor, a nosso bem-estar, a nosso bem-viver”?
Esse trabalho não é fácil, não é simples, não é rápido. Mas é possível. Podemos mudar, podemos evoluir, podemos aprender a amar a nós mesmos e também o outro e então, ganhar mais qualidade de vida.
Roubados
O problema de viver uma vida para o outro, em relações não saudáveis, com base na dor e sofrimento, nos tira praticamente tudo. Faz-nos cegos para o que está a nossa volta. Faz-nos surdos para o que poderia transformar a nossa existência. Torna-nos anestesiados, sem brilho, tristes. Sós.
Amar demais, esperar demais, controlar demais, viver demais o que está fora e não nos pertence é uma questão a ser analisada profundamente. Por isso, fica o convite: se estiver nesse círculo ou se conhecer pessoas nessa mesma direção busque ou convide o outro a buscar ajuda.
A vida passa depressa demais e, com ela, nossos sonhos, nossa juventude, nossas oportunidades. A capacidade de dar a volta por cima, recomeçar, redescobrir o que faz bem já está em nós. Basta investir o tempo que “gastamos” com outro exageradamente, em demasia e, trazer o foco para dentro, para o que nos pertence, para o que contribui para nossa auto-percepção, nosso valor, nosso ser.
No mais, a vida com certeza ficará mais possível e colorida. Os sons, os sentidos ficarão mais poéticos, a luz mais iluminada, os sabores mais gostosos. Descobrir a vida a partir do centro faz uma enorme diferença… Experimentar, por isso, é uma escolha que deve ser cultivada dia-a-dia com atitude e, muita, muita disciplina. Escolhas, sempre escolhas!

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Laura Cardoso



Minha atriz preferida, sou mega apaixonado pela arte dela. Dama dos palcos e da televisão há quase 60 anos, Laura Cardoso tem agora sua vida contada nas páginas do livro Laura Cardoso – Contadora de Histórias, lançado na noite desta terça-feira (14), na Livraria da Travessa, no Leblon, zona sul do Rio.

A atriz, iniciou sua trajetória artística em 1952, no programa Tribunal do Coração, na TV Tupi. disse ao blog que o processo de escrita do livro – de autoria da jornalista Julia Laks – foi demorado, pela quantidade de lembranças.

- A elaboração do livro foi longa porque, depois de tanto tempo, é difícil lembrar de tudo. São muitos trabalhos e muitos momentos compartilhados com os amigos.

Embora a biografia misture histórias da vida pessoal com relatos da carreira, Laura contou que seu trabalho é sagrado e algo à parte.

- A minha carreira é sagrada. Trabalho nisso há 60 anos, desde menina. É algo à parte na minha vida.
Laura confessou que já esperava um livro sobre sua carreira, já que a coleção Aplauso tem investido na biografia de artistas brasileiros.

- Gostei muito dessa homenagem. Muita gente já tinha feito, muitos amigos já foram biografados e eu, não.

No ar atualmente como a Mariquita, em Araguaia (Globo), Laura contou que tem observado os novos talentos que surgem na televisão, mas que nem sempre a intenção dos novatos é boa.

"Eu tinha que vir prestigiar minha mãe postiça, diz Gloria Pires. Laura era mãe das gêmeas Ruth e Raquel na novela Mulheres de Areia [1993]". Ambas foram interpretadas por Gloria no remake de um grande sucesso de Ivani Ribeiro.

Além de prestigiar o evento, Gloria também foi pegar um autógrafo para sua filha Cleo Pires que estava gravando a novela Araguaia e não pode comparecer.

Ryan Hreljac








quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Feijões ou Problemas




Reza a lenda que um monge, próximo de se aposentar, precisava encontrar um sucessor.
Entre seus discípulos, dois já haviam dado mostras de que eram os mais aptos, mas apenas
um poderia sucedê-lo. Para sanar as dúvidas, o mestre lançou um desafio, para colocar a
sabedoria dos dois à prova: ambos receberiam alguns grãos de feijão que deveriam colocar
dentro dos sapatos, para então empreender a subida de uma grande montanha.

Dia e hora marcados, começa a prova.
Nos primeiros quilômetros, um dos discípulos começou a mancar.
No meio da subida, parou e tirou os sapatos. As bolhas em seus pés já sangravam, causando
imensa dor.
Ficou para trás, observando seu oponente sumir de vista.

Prova encerrada, todos de volta ao pé da montanha, para ouvir do monge o óbvio anúncio.
Após o festejo, o derrotado aproxima-se e pergunta como é que ele havia conseguido subir e
descer com os feijões nos sapatos:

- Antes de colocá-los no sapato, eu os cozinhei - foi a resposta.

Carregando feijões ou problemas, há sempre um jeito mais fácil de levar a vida.

Problemas são inevitáveis. Já a duração do sofrimento é você quem determina....
APRENDA A COZINHAR SEUS FEIJÕES!!!!

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Izabel Goulart

Esse beauty so o blog tem

Izabel Goulart....Angel Victoria Secret beleza by Roosevelt Vanini

Antes da Premiacao



Izabel Goulart ganhou o prêmio Cool Awards na categoria “Modelo” na noite desta segunda-feira (13). Cheia de estilo e com um vestido dourado, a top esteve na cerimônia realizada em um hotel de São Paulo. Izabel estava concorrendo com Alessandra Ambrósio, Carol Trentini, Isabeli Fontana, Raquel Zimmermann e Renata Kuerten. O blog acompanhou a top.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

[CARTA ABERTA AO MOVIMENTO NÃO SOU DA SUA LAIA, SOU DA LAIA CULTURAL]


Rodrigo Leite. (foto Patricia Canola)

[CARTA ABERTA AO MOVIMENTO NÃO SOU DA SUA LAIA, SOU DA LAIA CULTURAL]

Prezados, bom dia.

Esta é a terceira vez que participo da festa anual do Movimento Não Sou da sua Laia, Sou da Laia Cultural, promovido pelo Célio Pereira. Desta vez, tive o imenso prazer em poder colaborar com esta noite e contribuir para essa nobríssima causa. Mais uma vez o evento mostrou a força que este movimento têm, reunindo amigos e apoiadores em uma noite de muito brilho e carinho. Podia-se notar no rosto de cada convidado a satisfação de contribuir com o projeto. A cada livro doado, não só a pilha de livros que aumentava, mas também a áurea de cada pessoa ali presente. Isso era possível ser sentido em toda a festa, entres os convidados.. no sorriso, nos comentários de corredor, na animação e no principal, na satisfação e prazer de dever cumprido.

Esta festa não reuniu convidados, reuniu amigos. Naquele momento, todos deixaram pra lá as suas vidas agitadas do trabalho, os sofrimentos pessoais, e qualquer angústia e mergulharam no mundo da cultura e da sociedade comunitária, sem que houvesse qualquer interesse particular. Isso tudo em razão da amizade e da compaixão, não só com o movimento, mas com uma sociedade mais justa e fortalecida.

Desta forma, não só celebramos um sucesso de uma festa ou de um movimento social, mas celebramos também o real sentido da vida, da vida em sociedade. Este sentido que está enterrado em todo mundo, ao meio da globalização e o avanço pelos anseios de dinheiro, relacionamentos de puro interesse e destaque na sociedade, fazem nos esquecer do real sentido da vida em sociedade. Nossos antepassados já nos ensinaram, mas fechamos os olhos. A vida em sociedade é feita por compaixão e não por ódio e sobrestamento de poderes. Devemos olhar ao próximo e buscar em si o nosso sentido de vida. Caso contrário, a sociedade não se entenderá, permanecerá em conflito, entre si, e como vemos nas ruas, viveremos a cada dia mais guerras, mortes e descréditos da sociedade. Estamos prestes a voltar ao estado de natureza, e aí sim abdicaremos de qualquer liberdade de viver.

Esta festa demonstrou que o sentido da vida em sociedade está intacta em todos nós, mas que precisa ser exaurida, não só em poucos momentos como estes, mas deve ser levado ao dia-a-dia de nossas vidas, seja no trabalho, no trânsito, na política, na leitura como em nossos sonhos. Vamos pensar em sociedade, pois somos dela que somos feitos, e sem ela, nada restará de nós.

Por fim, agradeço a todos que contribuíram para o sucesso deste evento, especialmente ao seu organizador, Célio Pereira, que ao longo desses anos vem mantendo esse movimento aceso, às suas expensas e enorme dedicação. Celinho, realmente não foi fácil chegar a esta edição do evento, foram impostos inúmeras barreiras, e muitas vezes podia parecer que não ia dar certo. Mas devemos lembrar que as pessoas iluminadas como você sempre estarão rodeados de verdadeiros amigos, que em todas as horas, mesmo na pior dificuldade, estarão ao seu lado e lutarão por você, até o fim, pois entre amigos, ainda somos um só, fortes e invencíveis. (João, muito deste mérito é seu). E Celinho, sei que você acredita nisso, pois é o que o movimento busca, através da força da amizade, trazer um país rodeado pela cultura e pela união entre os povos.

Foi um enorme prazer estar ao lado de todos vocês nesta noite,

Grande Abraço.

Rodrigo Leite.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010